quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

BRASIL O PAÍS DAS MARAVILHAS

A QUEM QUEREM ENGANAR?
SOMOS BRASILEIROS, POVO SOFREDOR POR NASCENÇA
ACOSTUMADOS A SER MALTRATADO, HUMILHADO... ENFIM DESRESPEITADO.
CONSTRUÍMOS ESTE PAÍS, ONDE TUDO ACABA EM PIZZA.
E COMO SEMPRE ACONTECE...MAIS UM FALSO PROTESTO, MAIS UMA VIOLÊNCIA CONTRA O POVO BRASILEIRO.
AGORA ELA VEM DISFARÇADA DE POPULAÇÃO; MAL ENCARADA, VESTIDA DE POBRE, BEBENDO E FUMANDO, QUEBRANDO E ROUBANDO TUDO QUE VÊ EM SUA FRENTE.
UM DIA SÃO NAS RUAS DO CENTRO DA CIDADE, OUTRO EM FRENTE AO ITAQUERÃO, AGORA´FOI A VEZ DO CET DO CORINTHIANS.
PROTESTOS E MANIFESTAÇÕES POPULARES AGORA SÃO FINANCIADAS....HA,HA,HA,HA
COMO A FOME NO MUNDO, AS GUERRAS, AS DOENÇAS EM PAISES POBRES, A SECA NO NORDESTE, OS INCÊNCIOS EM FAVELAS, ETC....
O BEM E O MAL AGORA, DEPENDE DE PONTOS DE VISTA?!
QUEM SÃO OS BONS, OS DEFENÇORES DA NAÇÃO?
DE ONDE VEM A SEGURANÇA?
QUEM É A POLÍCIA E O LADRÃO?
POLÍTICO É SINÔNIMO DE CORRUPÇÃO?
MAS NA BANDEIRA AINDA ESTÁ ESCRITO: "ORDEM E PROGRESSO"
E OS "PALHAÇOS" ASSISTEM TUDO QUIETOS.
PORQUE SENÃO.... OLHA A REPRESSÃO AÍ GENTE!!!

domingo, 2 de fevereiro de 2014

SENTIMENTOS MEUS


SENTIMENTOS PERDIDOS, SOLTOS NUM GRANDE VAZIO
SENTIMENTOS NUS, QUE DESEJAM  SE ESCONDER DE TUDO
SENTIMENTOS REPRIMIDOS QUE TEMEM A VERDADE
SENTIMENTOS CONFUSOS E INTRUSOS
SENTIMENTOS, SENTIMENTOS, SENTIMENTOS
SENTIMENTOS QUE MENTEM
QUE VEM E QUE SE VÃO SOZINHOS

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

ROLEZINHOS & JUVENTUDE

Susto de 'rolezinho' acabou, diz 



associação de shoppings



Abrasce minimizou impacto do 'rolezinhos' no faturamento.
Shoppings e jovens estão se reunindo e discutindo soluções, diz entidade.

Darlan AlvarengaDo G1, em São Paulo

O presidente da Abrasce, Luiz Fernando Veiga, nesta quinta-feira (30) (Foto: Darlan Alvarenga/G1)O presidente da Abrasce, Luiz Fernando Veiga,
nesta quinta-feira (30) (Foto: Darlan Alvarenga/G1)
A Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) minimizou nesta quinta-feira (30) o impacto dos "rolezinhos" no faturamento dos centros de compras no país e avaliou que o susto provocado pelo fenômeno acabou.

"Tenho impressão que sim", disse o presidente da Abrasce, Luiz Fernando Veiga, ao ser questionado se o susto e o medo já ficaram para trás. "O susto veio antes do medo", afirmou. Segundo ele, se os rolezinhos continuarem acontecendo, o medo ocorrerá por não se saber no que o fenômeno pode se transformar.
Desde o fim de 2013, jovens têm organizado encontros, por meio das redes sociais, principalmente, em shoppings da capital paulista e da Grande São Paulo. Os eventos ficaram conhecidos como "rolezinhos". Os organizadores definem os encontros como um "grito por lazer" e negam qualquer intenção ilegal. Apesar disso, viraram alvo de investigações policiais (conheça a história dos 'rolezinhos' em São Paulo).

Segundo Veiga, os shoppings e organizadores dos encontros de jovens estão se reunindo e discutindo soluções para a melhor forma e o melhor espaço para permitir que estes eventos possam continuar a ser realizados, mas com a garantia de segurança para todos os clientes.
Impacto no faturamento com os rolezinhos foi mínimo, segundo a Abrasce
"Ao longo de 30 dias que a coisa vem acontecendo, tudo vai se acalmando", avaliou, admitindo, no entanto, que o fenômeno dos 'rolezinhos' pegou os shoppings desprevenidos.

"Esse movimento que é sadio foi mal comunicado, mal interpretado num primeiro momento, porque ninguém estava preparado para essa novidade", disse Veiga.

Impactos no faturamento
Apesar de shoppings terem fechado as suas portas, prejudicando as vendas dos lojistas, a associação disse que o impacto no faturamento do setor foi mínimo, equivalente a um dia de temporal ou de alagamentos.

Segundo a Abrasce, é normal nessas situações os consumidores retornarem nos dias seguintes para realizar a compra planejada. "Seria um desastre se o rolezinho ficasse lá dentro 15 dias", disse.
De acordo com Veiga, os impactos dos rolezinhos não se comparam com o da queda nas vendas após os protestos de junho do ano passado. “O mês de julho foi bastante ruim como consequência dos tumultos da rua. Senão fosse isso certamente o nosso crescimento passaria de 9%”, avaliou. Os shoppings do país encerraram 2013 com alta de 8,6% nas vendas.
A associação prevê que o faturamento de 2014 terá crescimento menor, de 8,3%.
O menor otimismo, segundo o setor, se deve às interrogações sobre o desempenho da economia brasileira. “Estamos sendo conservadores porque, de uma maneira geral, o consumidor está mais pessimista”, disse Veiga.
Entre as dúvidas do setor, está o efeito da Copa do Mundo nas vendas dos shoppings. “Ainda não sabemos dizer se vai ser positivo ou negativo”, afirmou.
A Abrasce informou que as negociações com os organizadores dos rolezinhos serão feitas individualmente com cada shopping, que terá autonomia para definir as condições para permitir ou não a realização desses encontros. A associação defendeu, porém, que só ocorra o fechamento das portas de um shopping na hipótese de tumulto.

HOMOFOBIA NO BRASIL

Homofobia

Homofobia é o termo utilizado para designar uma espécie de medo irracional diante da homossexualidade ou da pessoa homossexual, colocando este em posição de inferioridade e utilizando-se, muitas vezes, para isso, de violência física e/ou verbal.

Homofobia bate recorde no Brasil

O Brasil, o país do futebol, vem sendo líder no ranking de mortes por homofobia. Segundo dados do relatório “Assassinatos de Homossexuais (LGBT) no Brasil”, de 2012, do Grupo Gay da Bahia, o Brasil concentra 44% do total de assassinatos por motivação homofóbica no mundo. Em 2012, foram registradas 3.084 denúncias de violações ligadas à homofobia e 310 homicídios por esse motivo:
2011: 1.159 denúncias
2012: 3.084 denúncias
Aumento: 116%
Vítimas em 2012: 4.851
13 vítimas por dia
Fonte:
Relatório sobre Violência Homofóbica no Brasil – Secretaria de Direitos Humanos (2012)
*Os dados foram coletados a partir do Disque Direitos Humanos (100); Central de Atendimento à Mulher (180); Ouvidoria do SUS; e órgãos LGBT da SDH

Senado inclui homofobia em reforma do Código Penal


O plenário do Senado aprovou  no dia 17 de dezembro, requerimento do senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) para incluir um projeto que criminaliza a discriminação de homossexuais à proposta de reforma do Código Penal. Com a mudança, que passou com 29 votos a favor, 12 contra e duas abstenções, a reformulação do código vai tramitar antes na Comissão de Constituição e Justiça da Casa para, só depois, ser apreciado em plenário.
O projeto que trata da homofobia está na Comissão de Direitos Humanos (CDH), mas teve sua votação suspensa na semana passada por um pedido de vista coletivo. A alteração vai retardar a tramitação do código e é tratada nos bastidores pela bancada ligada a temas religiosos na Casa como uma forma de tentar rejeitar, na CCJ, qualquer tentativa de se tornar crime quem discriminar outros por preconceito de "identidade ou orientação sexual".
O texto da reforma do Código Penal, que também prevê a criminalização da homofobia, institui pena de um ano a cinco anos de prisão. O projeto, contudo, colocou uma reserva para não enquadrar como crime a conduta: quem manifestar seu pensamento "de natureza crítica, especialmente a decorrente da liberdade de consciência e de crenças religiosas". Isso só não vale se ficar demonstrado inequivocamente a intenção de discriminar ou de agir preconceituosamente.
O senador Magno Malta (PR-ES), que é evangélico, elogiou a aprovação do requerimento. Para ele, a medida vai permitir uma discussão mais técnica do assunto dentro do Código Penal. 

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira, 17, requerimento do senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) para incluir um projeto que criminaliza a discriminação de homossexuais à proposta de reforma do Código Penal. Com a mudança, que passou com 29 votos a favor, 12 contra e duas abstenções, a reformulação do código vai tramitar antes na Comissão de Constituição e Justiça da Casa para, só depois, ser apreciado em plenário.
O projeto que trata da homofobia está na Comissão de Direitos Humanos (CDH), mas teve sua votação suspensa na semana passada por um pedido de vista coletivo. A alteração vai retardar a tramitação do código e é tratada nos bastidores pela bancada ligada a temas religiosos na Casa como uma forma de tentar rejeitar, na CCJ, qualquer tentativa de se tornar crime quem discriminar outros por preconceito de "identidade ou orientação sexual".
O texto da reforma do Código Penal, que também prevê a criminalização da homofobia, institui pena de um ano a cinco anos de prisão. O projeto, contudo, colocou uma reserva para não enquadrar como crime a conduta: quem manifestar seu pensamento "de natureza crítica, especialmente a decorrente da liberdade de consciência e de crenças religiosas". Isso só não vale se ficar demonstrado inequivocamente a intenção de discriminar ou de agir preconceituosamente.
O senador Magno Malta (PR-ES), que é evangélico, elogiou a aprovação do requerimento. Para ele, a medida vai permitir uma discussão mais técnica do assunto dentro do Código Penal. 

 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

DISCRIMINAÇÃO FEMININA NO MUNDO

Mulheres continuam a ser vítimas de discriminação em todo o mundo, denuncia Louise Arbour


“Sem um empenhamento sério da parte dos Estados, investir no desenvolvimento das raparigas e das mulheres continuará no futuro a ser pura retórica”, declarou, hoje, Louise Arbour,  Alta-Comissária para os Direitos Humanos, denunciando a discriminação de que as mulheres continuam a ser vítimas em todo o mundo.

“As leis discriminatórias em relação às mulheres subsistem nas legislações nacionais de praticamente todos os países e os Estados que repetidas vezes tinham prometido rever ou revogar essas leis continuam a não honrar os seus compromissos, declarou Louise Arbour, na véspera do Dia Internacional da Mulher.

As legislações inadequadas ou mal aplicadas minam, muitas vezes, os esforços realizados para combater a violência de que as mulheres são vítimas, nomeadamente a violência sexual.

As leis discriminatórias são “inumeráveis”, denuncia Louise Arbour, citando a impossibilidade de muitas mulheres terem acesso à propriedade, herdar, beneficiarem de instrução, de oportunidades profissionais e outras.

A Alta-Comissária deplora que os compromissos assumidos pelos Estados no quadro da Conferência de Beijing sobre a Mulher, em 1995, e da reunião de seguimento continuem a ser letra morta.

“É vergonhoso que, no sexagésimo aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, inúmeras mulheres não possam gozar os seus direitos fundamentais”, afirmou.


(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Noticias da ONU )